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Assim, Tchecov contou toda sua angústia!

De tão disponível, tornei-me vulgar. De tão vulgar tornei-me inoportuno, como um cão sem dono. Sim! Ainda figuro na paisagem, até que me ateiem fogo ou, quem sabe, desavisado, cruze o caminho de uma bala perdida ou de um automóvel em alta velocidade. Creia! Já sonhei que era uma mecha. Todavia, se eu passar dessa dimensão para uma outra qualquer, isso, em nada alterará o cotidiano. Apenas consolidarei o que já sou a tempos, ou seja, nada; embora humano! Já não tenho nome a ser publicado nas notas de falecimento dos jornais ou mesmo quem dê pela minha falta. Claro! Nasci como todos nascem, mas faltou-me graça, porém, ora já não me faz diferença. De tudo, o que sempre me fez falta, foram ouvidos dispostos a escutar-me verdadeiramente, até que finalmente o encontrei. Obrigado amigo!

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