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O que poderia ser mais importante?

Marcelinha

Para quem não me conhece, esse aí da foto sou eu, o Marcondes que escreve os posts desse blog. Cortei parte do meu rosto da foto, porque quis evidenciar ‘a estrela do dia’ (07/09), essa que consolida a felicidade e o encantamento, que repousa em meus braços de avô, pela primeira vez!

Em minha vida, tive dois filhos. A Vivian 29 e o Danilo 24, porém, a esses dois, acrescento um filho de coração, o Junior 30, pai dessa maravilhosa esperança, vestida de cor de rosa, que tanto alegrará a vida dos Vieira, dos Camacho, dos Lunardelli e dos Marcondes. Professor universitário há 24 anos, muito me honra ter, também, alguns alunos e alunas que me consideram uma espécie de professor pai. No fundo, apenas sou para eles o que alguns mestres foram para mim!

Escrevi livros e plantei árvores, contudo, hoje me senti ainda mais completo com o privilégio que Deus me concedeu de inaugurar minha vida de avô. Sinto muito não poder partilhar essa grande emoção com meu amigo, o outro avô, com quem eu me dava tão bem e que, certamente, nos sorri desde o céu. Cara! A amarei por mim e por ti!

Tenho refletido muito sobre o que postar no blog. Há muito o que escrever no campo da gestão de vendas, de marketing, do planejamento estratégico, da filosofia, da mitologia, da ecologia, da biodiversidade, entre tantos assuntos úteis. Contudo, hoje, ousei valer-me desse espaço para registrar a chegada dessa mocinha! Por outro lado, para que servirá todo o nosso êxito profissional, se não formos capazes de separar tempo adequado para olhar nos olhos de nossos filhos e netos, ‘sem pressa’? Se não pudermos oferecer a eles uma palavra de coragem, uma profecia de êxito, uma benção, um par de ouvidos atentos, um afago? Se quando se sentirem inseguros, não estivermos lá, na plateia, lhes passando por meio da nossa ‘presença física’ a certeza de que eles nos são, mesmo, uma prioridade?!

Como executivo, nem sempre pude estar presente em vivo, porém, também aprendi a passar mensagens de apoio e incentivo via celular ou smart phones, antes da prova difícil, a ligar do trânsito ou do hotel, apenas para dizer que os amava; a não mudar o rádio de estação, ou o canal de TV, para ver que tipo de som ou programa lhes interessava mais! Quando eram crianças, investi em bons livros de contos para, sempre que possível, ler historinhas imitando a voz dos bichos, inventei brincadeiras de completar desenhos na toalha de papel da pizzaria, jogamos com palavras opostas ou de complementos. Fiz cabanas e teatros com toalhas e lençóis, criamos seções de fotos. Colei seus desenhos nas paredes do escritório. Já dormi apenas duas horas em algumas noites, só para ouvir seus dramas adolescentes. Já passei camisas e calças, quando a mamãe não estava por perto. Me arrisquei no trânsito em suas primeiras aventuras como motoristas e tantas outas coisas, que muitos pais, também devem fazer, quem sabe, mais e até melhor do que eu!

Me perdoem se algo no meu texto de hoje lhes chegar sem muito nexo, pois ainda não me refiz da emoção que esse dia me reservou! Pois que minha alegria possa se derramar também sobre as vossas cabeças e sobre seus lares!

Uma ótima semana a todos e muito obrigado adiantado pela compreensão e amizade de todos vocês!

Marcondes       08 de Setembro de 2014                00:49

 

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