Tag: Nostalgia

Em busca da justa medida!

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O cantar do galo ecoa ao longe e a claridade tímida vem aos poucos afagar a velha janela azul de madeira, docemente carcomida pelo tempo. Janela essa por cujas frestas milhões de universos se revelam, fluindo em meio aos raios luminosos que escapam das descuidadas brechas, destacando, assim, um sem fim de partículas que bailam sem lógica ante o olhar do sonhador.

Que teto estranho! Onde estou? Que ripas e caibros são esses? Essas paredes não deveriam estar aí! Que guarda roupas escuro! De onde veio essa cômoda? No girar da manivela do moinho de mão, enquanto a lucidez retoma seu eixo da súbita estranheza, o ar transborda em delicados sons e suaves aromas. Não tarda e o irresistível

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Porque admiro tanto o Aryoldo!

HISTÓRIA DO TORNO JONES & LAMSON.

Amigos, recebi a crônica abaixo de Aryoldo Machado.

Ele a me enviou e pediu que eu a avaliasse para ver se poderiamos publica-la. Acabei de le-la.São 02:03 do dia 11 de Junho de 2012. Não pude resistir à tentação de publica-la no meu blog agora mesmo. Como ele é meu amigo, nem esperei a autorização final. Se ele achar ruim, sei que vai me perdoar e eu retiro o texto dele do ar. Por que tive essa reação? O que eu senti? Deixarei que vocês mesmos cheguem à conclusão! Se você for egresso da área da mecânica, como eu, e tiver vivido algumas decadas nesse ambiente, vá em frente e leia até o fim. Vale muito a pena!

Marcondes.

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Dia destes, em visita a uma boa empresa no interior de São Paulo, por coincidência era hora de almoço. Todas as máquinas estavam paradas, ao fundo só se ouvia um ruído de ar comprimido vazando em alguma mangueira, ou em um conector de engate rápido. O gentil empresário que me acompanhava neste “plant tour” (visita às instalações fabris) exclamou: Como é triste ver as máquinas paradas! Concordei e me lembrei neste instante de muitos fatos onde presenciei máquinas paradas por “n” circunstâncias, inclusive por greves, por acidentes, ou pela normalidade dos feriados e horários sem turnos de trabalho. Um empresário, ao perceber as máquinas paradas, sempre pensa na última linha do balanço, “money” (dinheiro), em outras palavras, no resultado operacional da companhia. Eu já vejo também o lado nostálgico, sem nunca deixar de considerar também o lado material, o objetivo número “um”  da empresa que é, invariavelmente,  o resultado.  Mas sem mais delongas, considerando todo esse aspecto administrativo, há um fato que me marcou muito, que é o causo (caso) do tornão fabricado pela antiga JONES & LAMSON, originário dos EEUU. Trata-se da história de uma máquina que um dia deixou de funcionar. Eis o dito caso:

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