Categoria: Causos

Quando eu ainda era criança!

000000000000000 Lua Cheia

Moro em Santo André há décadas, porém, nasci em uma pequena casinha branca de janelas azuis, construída pelas mãos de meu próprio pai, com a ajuda de um tio. Foi levantada em um sítio que pertencia ao meu inesquecível avô. Longe umas duzentas braças da casa dele, para ser mais preciso. Apesar de ser meu avô, todos o conheciam por Nenê. A tal casinha era uma habitação modesta, sem forro, com fogão de lenha, mobiliada com armários e móveis rústicos. As camas eram instaladas com colchões de palha de milho e os travesseiros eram acolchoados com paina. Para quem não sabe, paina é um tipo de algodão que envolve as sementes dos frutos das paineiras. Ao redor da casa e espalhadas aleatoriamente, assim como a natureza as concebeu, haviam laranjeiras, coqueiros, macaubeiras e goiabeiras.

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Primeiro o valor, depois a vida!

11 AAA CriançasDaí a Raposa disse:

— Nossa! Esse é o terceiro encontro que te vejo com a mesma roupa! Acho que o sapato também é o mesmo da semana passada, não é não?

Ao quê o Javali respondeu:

— Sim! A senhora tem razão. Aliás não me lembro desde quando uso essa mesma roupa. Sabe que para me facilitar a vida, tenho apenas 3 pares de roupas e são todas iguaizinhas, cor, modelo, tudo! Desde modo economizo tempo de manhã. Não preciso decidir entre essa ou aquela roupa! Assim, ganho um pouco de tempo, sabe? kkk

— Mas você não acha isso um tanto monótono? As pessoas podem pensar que você

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Porque admiro tanto o Aryoldo!

HISTÓRIA DO TORNO JONES & LAMSON.

Amigos, recebi a crônica abaixo de Aryoldo Machado.

Ele a me enviou e pediu que eu a avaliasse para ver se poderiamos publica-la. Acabei de le-la.São 02:03 do dia 11 de Junho de 2012. Não pude resistir à tentação de publica-la no meu blog agora mesmo. Como ele é meu amigo, nem esperei a autorização final. Se ele achar ruim, sei que vai me perdoar e eu retiro o texto dele do ar. Por que tive essa reação? O que eu senti? Deixarei que vocês mesmos cheguem à conclusão! Se você for egresso da área da mecânica, como eu, e tiver vivido algumas decadas nesse ambiente, vá em frente e leia até o fim. Vale muito a pena!

Marcondes.

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Dia destes, em visita a uma boa empresa no interior de São Paulo, por coincidência era hora de almoço. Todas as máquinas estavam paradas, ao fundo só se ouvia um ruído de ar comprimido vazando em alguma mangueira, ou em um conector de engate rápido. O gentil empresário que me acompanhava neste “plant tour” (visita às instalações fabris) exclamou: Como é triste ver as máquinas paradas! Concordei e me lembrei neste instante de muitos fatos onde presenciei máquinas paradas por “n” circunstâncias, inclusive por greves, por acidentes, ou pela normalidade dos feriados e horários sem turnos de trabalho. Um empresário, ao perceber as máquinas paradas, sempre pensa na última linha do balanço, “money” (dinheiro), em outras palavras, no resultado operacional da companhia. Eu já vejo também o lado nostálgico, sem nunca deixar de considerar também o lado material, o objetivo número “um”  da empresa que é, invariavelmente,  o resultado.  Mas sem mais delongas, considerando todo esse aspecto administrativo, há um fato que me marcou muito, que é o causo (caso) do tornão fabricado pela antiga JONES & LAMSON, originário dos EEUU. Trata-se da história de uma máquina que um dia deixou de funcionar. Eis o dito caso:

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