Categoria: Casos de Empreendedorismo

Nunca fale mal do seu concorrente!

Caneca IscarArgumente sobre tua empresa e sobre o teu serviço. Jamais subestime ou falte com respeito aos seus concorrentes! Além de ser ético, um dia você poderá trabalhar para eles. Depois de 29 nos trabalhando em um mesma empresa, a chegada da crise de 2009 gerou uma circunstância que clamava pela redução de custos. O corte de pessoal, para reduzir a folha de pagamentos, ação comum em tais situações, já havia sido feito nas áreas produtivas e também nas administrativas, contudo, era necessário também reduzir o quadro de gerentes. As negociações fluíram de tal modo que me coloquei à disposição para o corte.

À época, a alta cúpula da matriz da empresa havia sido recém trocada por gestores mais jovens, alguns vindos de empresas de outros ramos de atividade. Eram profissionais acostumados a mudarem de cargo ou de emprego no máximo a cada 2 ou 3 anos. Aliás, se vangloriavam disso. Na minha suspeita interpretação (diga-se até, muito suspeita), os grandes executivos do topo da pirâmide podem mudar de posto até a cada dois meses, desde que haja um grupo de especialistas que ralam há anos na mesma função “carregando o piano” para que eles possam ser tão descartáveis. Em verdade, fazem falta alguma, pois quem sabe mesmo das coisas é quem fica! (eu disse que minha opinião era suspeita!!!). Creio que alguns veteranos vão vibrar com minhas palavras, enquanto alguns executivos, que por ventura me seguem, deixarão de fazê-lo. De todo modo, toda verdade sempre é relativa!

Esses novos gestores ao examinarem a força de trabalho, identificaram muitas pessoas que estavam há mais de 20; 30 anos na empresa e, algumas delas, por décadas na mesma função. Situação na qual eu me encaixava. Na visão deles, pessoas que ficam por muito tempo na mesma função, ficam

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Harb e os Chineses (Parte II)

As peças importadas ficavam cerca de 30% mais baratas do que produzidas localmente. Harb pensou que não era um número impossível de se buscar. Silvio fez um levantamento e identificou as peças de maior volume e passou para Harb uma planilha onde constavam os respectivos custos de cada operação, juntamente com as folhas de processos onde era possível checar parâmetros de corte, além dos detalhes sobre as características de cada ferramenta (classe de metal duro, geometrias de quebra cavacos, formatos, raios de ponta, etc.)

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Harb e os Chineses! (Parte I)

Harb, um amigo pessoal,  começou na empresa em setores que nada tinham a ver com vendas. Começou como técnico de metrologia e foi líder do setor. Posteriormente, teve a oportunidade de organizar a área de recebimento de materiais e acabou tendo participação ativa na implementação do sistema de qualidade da empresa. Nesse período teve contato com métodos e muitas ferramentas de gestão da melhoria de processos (CEP, PDCA, FMEA, PARETO). Isso, ao longo da carreira viria a lhe ser muito útil no enfrentamento dos tantos desafios que a vida profissional ainda iria lhe impor. Certo dia, em um desses momentos em que as empresas se veem obrigadas a enxugar as estruturas da fábrica, deram-lhe a oportunidade de ir para o departamento de vendas, pois Harb era um talento a ser preservado, apesar da contingência surgida nos setores produtivos.

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