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Aprenda a apreciar sem destruir!

Rosa na cerca

Bendita és tu, ó maturidade, que vens em socorro do meu caráter e conténs, em tempo, a força dos meus instintos. Tu que me ensinas a admirar o belo, sem que precise tocá-lo, que me levas a fechar os olhos, aspirando o doce aroma que se expande na brisa, inspirando me a alma e envolvendo me o espírito. Tu que me conténs a ânsia de apanhar a beleza encarnada que transpassa inocente os vãos da prudência. Minhas mãos calejadas e ásperas por mais zelosas que fossem a despetalaria. Ó flor delicada que prestes tu os teus favores aos cuitelinhos, estes sim, feitos para ti e à altura da tua delicadeza. Poder captá-la em minhas retinas já me é motivo de graça, até que cumpra teus propósitos e finde o seu tempo. Oxalá pudesse o homem entender o seu papel de cultivador dos canteiros do Senhor e jamais interferisse no curso natural da vida!

Marcondes                      13 de março de 2013            01:29

 

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