Ser feliz é uma escolha que se faz por libertar-se e despreocupar-se. É não se importar em parecer ridículo, ainda que, de fato, o seja.  É fazer algo que resulte no riso  de muitos, ou quem sabe, de nenhum, sem permitir que qualquer desses resultados afete a autoestima. Para alegrar-se, basta a competência  de rir-se de si mesmo. A austeridade, por vezes, é hipócrita, punindo  a muitos  pelo o que ela mesma gostaria de fazer, mas  não pode, por estar presa, desde a infância, a semblantes severos e olhares  ameaçadores, que ora já não existem, a  não ser nos cenários  internos, que foram construidos, para dar sustentação, aquilo que disseram que se deveria  aparentar ser, mesmo não sendo.