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Tag: BIodiversidade

Evolua no seu modo de apreciar a vida!

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FOTO MERAMENTE ILUSTRATIVA

Não aprisione pássaros, plante jardins no entorno da tua casa e teu cálice transbordará de encantos, cores e perfumes! Aprisionar é um ato extremamente egoísta. É valer-se de uma superioridade animal de força e inteligência, para subjugar seres indefesos. Tudo por conta da sede de possessão que envaidece o homem, tido, por ironia, como Sapiens! É tolher um ser inferior (se é que assim o é!) da natural liberdade, que a ele foi concebida pelo mesmo Criador que te pôs no mundo, sem que a este pequeno ser, seja concedido qualquer julgamento ou direito de defesa! É subtrair uma beleza natural que a todos pertence, para torná-lo cativo e escravo da vaidade de alguém menor, que ainda não aprendeu a contemplar o belo sob a insígnia da justiça e a distinção da nobreza! Quem é esse que tem o direito de tomar para si a natureza que a todos pertence? Antes disso,

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O que dizer a pequena Artêmis?

Artemis 2Intitulado homo sapiens, entregou-se o homem à busca da preservação de si mesmo sob a bandeira de estar preservando aos seus e perpetuando a própria espécie. Viver da coleta, da caça oportuna ou da pesca sazonal, não lhe abrandava a ansiedade de manter-se vivo por tempo maior. Além disso, tal coisa parece caber melhor aos irracionais ursos! Sentindo-se cada vez mais dono de espaços e coisas, cada vez mais senhor de si e de seus arredores, superlativamente, mais tecnológico; tornou-se, progressivamente, mais

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Repense suas prioridades! Dá tempo.

imagesCAJ0T582Ricamente bela em cada detalhe, flui a natureza ao longo dos séculos desde os primórdios da humanidade. Harmoniosa e perfeita, cintilando brilhos e destilando aromas, expõe o melhor de si, celebrando a vida que recolhe dos céus, enobrecendo a terra que lhe sustenta e firma. Frágil infante, expõe sua inocência ante olhares tão desatentos! Oxalá nenhum incauto a pise, nenhum excesso climático a tome de  surpresa, nenhum peso a sufoque privando-a da luz, nenhum animal a mastigue, nenhuma mão a arranque,  pois nada pode fazer por si mesma a não ser germinar. Teu êxito vem das bênçãos das estações favoráveis ou dos favores ocasionais de algum excêntrico, que a tome por útil a seus propósitos particulares. Sensível, tu recolhes com humildade as graças que por ventura te acolhem. 

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Não penso, ainda assim, existo!

Touro e MeninoNão penso; a parte isso, existo! Não posso retribuir afagos, mas posso sentir os teus. Não tenho como interferir em meu próprio destino. Se quer sei abanar o rabo em sinal de contentamento, porém, sinto a paz que me desejas. O que não me exprime a língua, transmito pelo semblante. Não ajunto, nem cultivo, não creio, nem duvido, todavia, aceito de bom grado tua oração. Não tenho como me elevar, pois não medito e nem oro, sou objeto de sacrifício em favor de teus semelhantes, os quais, bem diferentes de ti, pouco me respeitam, porém, tanto me desejam sobre as brasas ou sobre a mesa, para então, matar-lhes a fome ou também cobrir-lhes o corpo ou, ainda, calçar-lhes os pés. Me multiplicam aos milhares, sem me darem conta alguma. Tudo o que tenho é instinto, ou seja, apenas intuo, mesmo assim, existo! Consigo discernir entre a boa e a má intenção, por isso, ó pequena criatura, me sensibilizo por teu caráter e me submeto ao teu amor. Filhos de um mesmo Deus temos propósitos distintos e os cumprimos, de acordo com os desígnios que trazemos desde o ventre de nossas mães. Portanto, não me deves favor algum, mas por tua atitude, ó meu doce infante, a ti, toda a minha ternura!

Marcondes                       17 de Março de 2013                                             22:36

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O que pode ser, verdadeiramente, justo?

A vida é apenas um sopro, mas toda criatura, deste mundo, tem igual direito a ela. Para viver, todo ser vivo precisa alimentar-se, caso contrário morrerá. Há mais de uma maneira de se obter alimento. Uma delas é caçando. Caçar nem sempre resulta em sucesso. Alguns dias são reservados à caça e outros ao caçador. Caçar implica em se ter uma estratégia de caça. Para tanto, alguns se penduram em galhos de árvores, outros, todavia, usam pólvora. São muitos os que se alimentam de aves. Frangos, por exemplo, são aves. Entre as aves, todas, haveria alguma que teria mais direito à vida? Para garantir a perpetuação da espécie, as aves põem ovos, mas ovos também são alimento para muitos. Seriam os ovos de uma ave mais nobres do que os de outra? Supõem-se que uma ave rápida ante a uma cobra ligeira, tenha mais chance de preservar a vida do que se pensa; dado o número superior de tais aves em relação ao de cobras ligeiras que há na terra. Já aves mais lentas e criadas em cativeiro, não tem chance alguma ante ao seu típico predador. Mas, seria justo não ter qualquer chance? Entre os justiceiros, conhecedores do bem e do mal, são incontáveis os que estão dispostos a salvar o pássaro rápido e esmagar a cabeça da cobra, mas nenhum deles interessado em fazer o mesmo com o predador do frango cativo, a menos que esteja fora de seu juízo natural. Tal dissertação, embora possa parecer, não tem a intensão de defender a cobra, tão pouco de poupar os frangos cativos, apenas demonstrar que entre uma ave e uma cobra há muitas possibilidades de reflexão.  Por um lado, me parece ser algo absolutamente inútil e temo estar fazendo o distinto leitor desperdiçar o precioso tempo, já que aquele que é capaz de ler, não é ave, muito menos cobra (no sentido denotativo da palavra), por outro lado, ajuda a compreender porque os reis mais nobres da antiguidade alimentavam-se apenas de cereais, pois o alimento desses reis não podia custar a vida, nem o sangue de nenhuma criatura.

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