Não sei o quanto você é familiarizado com a pesca amadora, por isso me atrevo a dar algumas explicações sobre iscas e peixes, para que, assim, possa estabelecer o paralelo que pretendo fazer nesse post.

Uma isca sem vida é inerte, não se debate na água, não provoca e nem chama a atenção do peixe. Ao ser arremessada à água, desce ao fundo e lá se deposita. Se não for encontrada, ao acaso, por algum peixe de fundo, se não for tocada ou movimentada, em pouco tempo descora, perde o gosto, perde o cheiro e passa a ser apenas parte da paisagem subaquática. Não que eu tenha provado alguma dessas iscas mortas para saber disso, mas a observação atenta, assim, me permitiu concluir.

No fundo do rio, habitam mais os peixes de couro, peixes limpadores, que costumam se alimentar de restos mortais de tudo que ao fundo desce. Em geral, são peixes mais sedentários e gordurosos. Segundo alguns entendidos, até menos saudáveis, dado ao hábito alimentar que possuem.

As iscas vivas (camarões, lambaris, minhocas reboladeiras), são exatamente o oposto, se debatem e se agitam. Isso chama muito mais a atenção dos peixes que estiverem pelas redondezas. Em geral, iscas vivas são usadas em linhas sem chumbada (peso de chumbo que serve para levar a isca ao fundo) ou com uma chumbada leve, para que a isca fique à tona ou à meia água, como se costuma dizer.

Os peixes de superfície, ou de meia água, são em geral peixes de escama, peixes mais agitados, que disputam força com as correntezas, são mais esbeltos. Por esse motivo, são peixes menos gordurosos, mais saudáveis, mais dinâmicos, mais brigadores, lutam mais. Esse tipo de peixe costuma ser chamado de peixe esportivo, pelo prazer que leva ao pescador, pelo trabalho que dá, para que seja tirado da água.

Ok! E o que é que isso tem a ver com uma vitrine? (Acompanhe no próximo post)

*@##$ sacanagem! Me perdoem. Mas o post nãopode ser muito longo!!!

Ana Amália Tavares Barbosa (46), não fala, não pode mastigar, nem engolir, não se move, desde julho de 2002, quando sofreu um AVC. Contudo, Ana pinta, estuda e ensina arte a crianças que nasceram com paralisia cerebral. Tudo isso usando o olhar, um leve movimento de queixo e um programa de computador desenvolvido especialmente para ela. Nesta terça (09 de Maio de 2012), às 14h, a artista plástica Ana Amália, defendeu sua tese de doutorado em arte e educação (aprox. 175 páginas) no Museu de Arte Contemporânea da USP, iniciada quando já estava paralisada. Ana faz ainda mais uma coisa, me emociona, por sua, bravura e força de vontade. Ana, mais do que uma vida, um propósito!

­ – Posso compreendê-lo e é por isso mesmo que vim te oferecer esta máquina hoje. Pois o melhor momento de se absorver uma nova tecnologia é quando se está ocioso, sem a pressão da produção lotada de serviço. Sempre no primeiro momento em que se compra um novo equipamento, leva-se algum tempo até que os operadores se familiarizem. É preciso treinar o pessoal e é bem melhor fazer isso quando eles estão mais disponíveis. Uma máquina dessas pode acelerar o seu ciclo de produção e reduzir seus custos operacionais. Os estoques de segurança poderão ser menores, já que será capaz de repô-los em menos tempo. Com custos menores você poderia ser mais competitivo em preços, deslocando a concorrência ou aumentando sua margem de lucros. Além disso, seria o pioneiro na região a ostentar tecnologia de última geração. Que tal? 

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A aparência é o espelho da alma, imagem do estado de espírito de cada um, homem ou mulher. Se original, revela o que somos; se plágio, denuncia o que desejamos ser. Se autêntica denota autoestima e contentamento com o que se vive; se cópia, enfatiza a insatisfação com a autoimagem e dá pistas do que se quer viver. Por ela identifica-se uma era, uma época, uma tribo, uma classe social, uma cultura, uma tendência, um país, um caráter. Linguagem subliminar, explicita tanto o amor que se tem, quanto aquele que se deseja ter. Quando natural, expõe a realidade; quando artificial, externa o sonho. Quem é o que em verdade  é, de fato vive. Quem não é o que aparenta ser, se ilude. Cabe a cada um a escolha sobre  que lado  ficar!

A maioria dos vendedores industriais tem formação técnica. É natural, portanto, que se sintam mais à vontade em transitar nesse campo de argumentações, direcionando as apresentações de venda mais para o lado tecnológico, abrangendo mais as características de projeto e uso de um determinado bem. Uma argumentação de vendas, no entanto, pode se tornar mais efetiva se montada sob um plano que englobe três pontos de vista diferentes, embora complementares. Assim como em geometria plana três pontos, não alinhados entre si, determinam um único plano, uma argumentação embasada em três perspectivas tende a ser mais sólida e eficaz.

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O êxito depende mais de inspiração do que de circunstâncias favoráveis.  Quando solo e clima favorecem, florescer não é mais do que uma obrigação. Se me exponho em tais condições, serei apenas  mais uma voz na multidão, só mais uma cabeça na manada. Cativar, conquistar ou brilhar requer muito mais que superar as dificuldades que se me impõem. Em verdade, requer ânimo e firmeza de propósito. Requer ter bem claro para si, porque veio ao mundo e não abrir mão disso, por nada! A abnegação desmedida pode custar a morte de algumas sementes, mas a flor que floresce no caos, não tem como não cair na graça de Deus. Um dia ela também passará, mas deixará, sem dúvida, um rastro de perfume em todas as lembranças; mais que uma flor, se tornará uma lenda!

Não sou um CEO (Chief Executive Officer). Não sou diretor nem gerente, nem mesmo um supervisor. Não me aceitariam como ministro , senador ou governador. Não tenho MBA, não sou mestre, nem doutor. Não sou executivo, nem bancário, nem administrador. Não entendo de lógica, gestão ou engenharia. Não preciso ser poliglota, minha línguagem é universal! Não me preocupo, com metas, prazos, relatórios e nem reuniões. Não sou um estrategista e nem tenho sequer um plano de carreira. Não tenho dinheiro, nem fama, nem bens. Nada possuo. Não me importo com nada disso. Optei pela liberdade desmedida! Trabalho com a pureza, com a inocência e sou adepto da longevidade. Sou um colecionador de algo por demais precioso!
Sorrisos!

O Fio do Bedame !!!

1 comentário

Estamos na era da inovação. A novidade de hoje será rapidamente copiada pelos concorrentes, acelerando a necessidade de realimentar o ciclo inovador, de quem quiser manter-se na dianteira. A disponibilidade de tecnologia iguala à todos aqueles que puderem acessá-la. Contudo, pouco se pode fazer com uma nova tecnologia que, embora acessível, não possa ser dominada, absorvida e utilizada com sabedoria e eficácia. A velocidade com que surgem os novos paradigmas é maior do que a competência de muitos  em absorve-los no melhor tempo. Equipes que tenham dificuldade em se adaptar a esse mundo continuamente mutante, limitarão a velocidade de crescimento de suas empresas. Várias companhias mantêm-se na liderança de mercado, não porque sejam assim tão boas, mas apenas porque seus concorrentes são ainda piores. Equipes sedentárias, assentadas em suas áreas de conforto, conformadas com suas  glórias passadas, unem  seus elementos em torno de suas  próprias  crenças e visões, por vezes, a muito ultrapassadas e fazem com que o êxito das ações de ontem, ainda pareça o melhor para os dias de hoje. Há como que uma letargia, coletiva e involuntária, ao redor do comum, inibindo-se o desejado progresso. Entretanto, quantas vezes não ocorre de alguém, em nada melhor, a não ser em ânimo e coragem, ascender ao topo do mercado, justamente por lançar mão  de algo, que  estava ao alcance de  todos, mas foi posto de lado, porque conduziria à renúncia de um modelo instalado e já consolidado como alternativa única, mesmo quando já existia algo novo bem melhor.